un tal marra

mentras haxa escrav@s voluntári@s, haberá amos, e portanto, non haberá persoas libres

Lizano

“No ha nacido el ladrón de nuestros besos
ni otra hora podrá robar la hora
que nos vive, anhelante, voladora,
ebrios de amor, tan libres y tan presos.”

Onte rescatei dun andel na miña casa, de entre outros libros, “La Selva”, de Lizano de Berceo.
E lin os seus versos mentras almorzaba ao sol na terraza.  
E hoxe vexo na prensa algo que eu ignoraba: que xusto onte, nos deixou o poeta libertario Jesús Lizano.
O Mundo real poético. O neno barbudo.

Saúde, compañeiro.

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2015/05/28 - Posted by | fotografia

2 comentários »

  1. Este aparello, esta condición de navegación non me permite visualizar o video. Mágoa. Confórmome cos versos.

    Comentar por zeltia | 2015/06/11


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